domingo, 29 de Novembro de 2009

18 anos

Na passada 3ª feira fez 18 anos que a música mundial perdeu uma das suas maiores referências - Freddie Mercury - a música mundial fica assim de luto, pelo seu contributo para as novidades e a sua criatividade.
Mais uma vez o obrigado pelo seu contributo.

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

De volta

Bem á muito tempo que já não vinha aaqui, há vários meses. Não tenho tido tempo, coisas interessantes e assim, bem não interessa. Entretanto o mundo não parou, e cá continuamos fiz 18 anos entretanto.
Chegaram foram e já cá estão outras eleições, equilibradas, disputadas, o que é bom para não haver grandes maiorias que permitam um governo demasiado autoritário.
O país até parece caminhar para melhor, e este mundo também, mas quem sabe o que vem aí. Esperemos que melhor, esperemos que estes artigos melhorem e se tornem mais calmos.
Vamos continuar a esperar que a vida melhore, temos que disfrutar mais os momentos e pensar menos, porque enquanto pensamos a vida passa-nos a frente e o momento também, não deixem isso acontecer pois há momentos que não se repetem.

terça-feira, 30 de Junho de 2009

LUTAR ATÉ AO FIM, CONTRA TUDO E CONTRA TODOS

Hoje teve lugar no inóspito pavilhão da luz o 5º e último jogo da final do nacional de futsal ("a negra"), onde existiu o culminar de várias injustiças praticadas dentro e fora do campo. O jogo esse foi ganho pelo benfica por 4-3 após prolongamento, dando o campeonato ao benfica.
Mas estou aqui para falar das injustiças, prejudicados em todos os jogos sem excepção pelos árbitros(dos quais o pior foi o 2º) , pelas penalizações da federação (nº de jogos de suspensão) e a não penalização do benfica devido às atitudes dos seus adeptos no 2º jogo, atitudes essas que não foram dignas de gente.
Sendo assim não dos os parabéns à equipa injustamente vencedora, mas sim à equipa do Beleneneses que se entregou totalmente á causa sabendo que tudo estava controlado á partida, mas fizeram o benfica sofrer até ao fim, também não se ficam a rir.
Dou os parabéns ao jogadores:
Marcão, Marcelinho, Paulo Henrique, Pedro Cary, Renato, Paulinho, Caio Japa, Jardel, Drula, Miguel Almeida, Marco Mateus e Diego Sol.
Á equipa técnica:
Alípio Matos, Pedro Henriques, Raul Oliveira, Rogério Ferreira e Tiago Melo.
e a demais responsáveis pelo futsal do belenenses.

quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Portugal é o responsável pela globalização

Sim, é o que eu acho. Vamos ver bem a história mundial.
Até aos descobrimentos portugueses o mundo vivia perfeitamente isolado, cada zona do mesmo, cada continente vivia no seu mundo ignorando a existência da enorme variedade de culturas e países existentes.
Assim enquanto todos os países do mundo viviam no medo e na obscuridade e continuavam fechados no seu mundo, Portugal através de conhecimentos dos nórdicos, ou dos árabes, partiu à conquista do desconhecido, descobrindo inúmeros territórios que até aí era ignorada a existência.
Portugal, com o estabelecimento das novas rotas de navegação, que fizeram com que as ligações entre vários países do mundo se estabelece-se.
Estas rotas, cada vez mais melhoradas e aprofundadas ligaram o mundo entre si - Este é o início da globalização - e cada vez mais estas ligações tendem a aumentar ainda mais.

sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Como ficar sem insónias?

É fácil, vá ao google e procure uma página do livro Memorial do Convento, e começe a ler em voz alta, pouco depois está a dormir.
Estou aqui a fazer paródia do Nobel da Literatura português. De português tem pouco, e de Nobel nada. Um livro que não define o tempo verbal, que não tem parágrafos, não tem pontuação, não tem falas, que aparecem no meio do texto corrido como se fosse tudo uma grande salada russa e o leitor é que tem que perceber que é uma fala e adivinhar quem está a falar.
Se alguém conseguir ler uma página do livro, cumprindo as regras de pontuação e não sufoque, dou-lhe os meus parabéns, pois eu não consigo, pois não existe pontuação.
Chamam a isto português?
Ainda por mais pretendem ensinar português com livros destes?
Eu posso não ser nenhum especialista em português, mas escrevo com as regras básicas do Português de Portugal, e não com as regras inventadas por este autor ou por um estúpido acordo ortográfico.

Bebedeiras e tristezas no estádio da luz

No último domingo desloquei-me ao estádio da luz, casa do Sport Lisboa e Benfica, para ver o jogo Benfica-Marítimo.
Tudo estava a correr bem, um bom ambiente, festa (afinal de contas o glorioso liderava), enfim todos estavam contentes.
Estava eu, calmamente sentado com os meus amigos a ver o jogo e a fazer uns comentários parvos quando disse mais outro comentário parvo (mas inofensivo). Entretanto um adepto do Benfica refilou e eu virei-me para trás na brincadeira a dizer que “É preciso é ter calma, não vamos magoar ninguém” frase inspirada nos gatos fedorento.
Dito isto o indivíduo começou a ficar profundamente irritado, e a confusão começou.
No fim tudo acabou sem males maiores, contudo um bom ambiente nas bancadas pode ser facilmente estragada pelo excesso de álcool no sangue, a estaspessoas nem deveria ser permitido à entrada.
Além disso o indivíduo benfiquista de tanta bebedeira e falta de razão nem sequer percebeu que eu estava do seu lado, ao não perceber as decisões do árbitro
O que se pode fazer? É devido a estes tristes acontecimentos que as pessoas não vão mais vezes aos estádios de futebol.

sábado, 7 de Março de 2009

A igreja e as suas calinadas

A igreja católica romana fortemente conservadora e imbuída da vivência do século I ou II, não hesitou em cometer mais uma das suas atitudes deploráveis e que fazem diminuir a sua credibilidade.
O caso é da excomungação de uma menina (grávida de gémeos depois de violada pelo padrasto) , mãe e médicos que fizeram um aborto a essa menina.
A meu ver isto não tem cabimento algum, não se enquadra num mundo desenvolvido, só fazia sentido era condenar severamente o padrasto da criança, e não a menina de 9 anos grávida de gémeos que corria o risco de morrer se a gravidez fosse em frente.
Felizmente que a igreja não pode fazer mais (acho eu) do que excomungar, e isso a meu ver não é grande incómodo, ninguém fica mais pobre, ou morre por ser excomungado, embora para pessoas de mentalidade retrógrada seja a maior humilhação possível (a excomungação), e o que eu estou a dizer a maior blasfémia.
Fica uma hiperligação para a notícia no site da rtp.



http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Lula-critica-Igreja-por-excomungar-medicos-que-fizeram-aborto-a-menina-gravida-de-gemeos.rtp&article=206810&visual=3&layout=10&tm=7

quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

A importância de um Estado Laico

Como já disse em vezes anteriores sou apologista de um Estado liberto de qualquer religião oficial, um Estado Laico. Ou seja um Estado onde as pessoas podem adoptar qualquer culto que seja do seu agrado, sem por isso impedirem outras pessoas de terem os seus próprios cultos. Não deverá existir qualquer disciminação pela escolha de este ou aquele culto.
O próprio Estado deverá fazer leis que garantam esses direitos, e mais, este deverá fazer leis que limitem os poderes e a influência destes cultos ou religiões adquiridas, para não acontecer o que já aconteceu no passado.
Sim pois nós devemos aprender não só com os nossos erros mas também com os erros dos nossos antepassados, por isso estudamos história na escola.
Sim, esse passado do nosso glorioso Portugal, em que a igreja católica, tinha grande poder, grande influência, e para cúmulo detinha o total controlo do ensino. Isto é algo que não pode acontecer sobre circustância alguma, pois assim o próprio ensino será corrompido com ideais das religiões em causa.
Será influenciado e não será verdadeiro e puro como deve ser, e assim não irá ensinar e irá apenas doutrinar.

quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Passado e Presente

Olho para o dia a dia e vejo como é engraçado, como tudo muda rapidamente ou não. Na época do malfadado (o velho ditador) Portugal era um país parado no tempo. Os anos passavam, mas em Portugal não, pelo contrário retrocedia no tempo, cada vez mais atrasado, ignorante e religioso.
Felizmente existiu o 25 de Abril de 1974 que pôs fim ao retrocesso de Português no tempo.
Desde aí Portugal disse "Voltei!" para o Mundo e escolheu o caminho da modernidade.
Entretanto a religião que era a coisa mais importante na altura do malfadado, já o não é, hoje em dia tem a tendência a tornar-se numa piada sem graça e cada vez menos gente hoje se interessa.
Como podemos ver ao longo dos séculos a religião esteve sempre associada ao atraso intelectual, à censura e ao medo das novas coisas.
Além disso a religião foi sempre uma razão para justificar algumas das maiores atrocidades que se cometeram ao longo da história, por exemplo guerras santas.
Tendo em conta tudo isto, vejo que para a concretização do próprio ideal de muitas religiões (a paz mundial), é necessário o fim das religiões para o pleno desenvolvimento harmónico do mundo.
Resumindo para a paz mundial ser possível o fim das religiões, quaisquer que elas sejam, é inevitável.

quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

A Solução para a crise

Actualmente de forma mais ou menos grave todos os países do mundo estão a atravessar uma crise económico-financeira que teve origem nos EUA.
Esta tem-se agravado aos poucos, e tem provocado o aumento progressivo do desemprego, o que tem gerado descontentamento social, e degradação da economia e estagnação do crescimento económico.
Muitos teóricos da especialidade em Portugal e no Mundo têm-se perguntado como resolver esta crise. Vamos voltar aos antigos Marx? Keynes?. Ninguém sabe, ou talvez saibam quem sabe?
Após ler um artigo da revista Visão, intitulado "MarxCola?" do dia 5 de Fevereiro, interroguei-me de qual seria a melhor forma de resolver a crise.
Acho que em termos de escolher uma teoria para se adoptar, não se deve adoptar nenhuma em concreto mas sim fazer uma recolha dos melhores pontos de cada uma das teorias. Aliás temos tantas para escolher. Tantas como o Manifesto Comunista de F. Engels e K. Marx, o Socialismo-Comunismo; as teorias de John Maynard Keynes (Keynesianismo), as bases do estado providência ou outras suas derivantes e não só.
Assim podemos retirar os "pontos brilhantes" de cada uma das teorias para poder garantir a satisfação dos trabalhadores e patrões. Pois uma sociedade só pode ser considerada desenvolvida quando não existir pobreza, discriminação social, poder político concentrado numa minoria, e enquanto a única preocupação de um país for o crescimento económico. Pois de que serve o crescimento económico se a população na sua grande maioria viver miseravelmente?
Sendo assim fica aqui a minha proposta de que "pontos brilhantes" se devem retirar em cada aspecto mais geral.
Em termos de igualdade, opto pela teoria Marxista - distribuição igualitária da riqueza e igualdade de oportunidades.
Quanto á propriedade, esta deve estar nas mãos dos privados (como no Capitalismo), pois assim se poderá rentabilizar recursos, e além as populações podem ter casas e terrenos próprios, o que não acontece no Socialismo onde estes são entregues á colectividade.
Quanto á eficiência, volto a optar pelo capitalismo, devido á preocupação na rentabilização de recursos (que promove um desenvolvimento sustentável) e que procura um constante aperfeiçoamento dos seus produtos e formas de produzir, contudo o Estado deve limitar o número de empresas em cada sector, por 2 motivos. Primeiro evitar crises de superprodução, Segundo evitar que algum sector fique prejudicado e não seja desenvolvido.
Quanto ao emprego aqui o Marxismo volta a ter força de peso, com a procura do pleno emprego (que acabaria com a pobreza), contudo peca por o levar ao extremo e existirem demasiados trabalhadores para a mesma tarefa, mas se todos os sectores da economia tiverem de bem e de igual modo desenvolvidos todos os trabalhadores terão oportunidade de obter emprego nos mais variados sectores com as mais variadas funções sem ser preciso número de trabalhadores excessivos para cada tarefa.
Agora a questão dos preços. Acho que devem ser regidos pelos vendedores dentro de limites impostos pelo Estado, ou seja, uma Liberalização parcial dos preços, que evitaria elevadas inflações ou deflações.
Por último, mas não menos importante a protecção social. O Estado através das contribuições sociais deve ser o garante do nível de vida digno da população após a reforma, pois os trabalhadores não servem só para produzir enquanto conseguem exercer as suas funções e depois desprezá-los. Pelo contrário os cidadãos reformados devem ter garantida a sua reforma bem como os actuais activos como forma de recompensa pelos anos de trabalho.
Tendo em conta o momento actual cabe aos Estados tomarem medidas para saírem deste "fosso" o mais rapidamente possível. Estas medidas devem passar pelo reforço do investimento estatal em sectores menos desenvolvidos, apoio aos outros sectores mais desenvolvidos e diminuição de despesas supérfluas como os gastos com os "extras" do alto funcionalismo público e despesas inúteis e não produtivas dos ministérios.

terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Música

A música que ouvimos diz muito de quem somos, qual a nossa maneira de pensar, viver e agir. Mesmo sem notarmos, a música tem grande impacto em nós, influencia-nos bastante.

quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

O nosso Portugal

Ao fim de mais de 1 ano do Blogue, este chega agora a sua 100ª Publicação.
Quando comecei nunca pensei aguentar tanto tempo e escrever tantas coisas neste blogue.
Hoje gostava de falar sobre Portugal e o seu povo, os portugueses.
Com quase 9 séculos de existência (1143-), Portugal é uma das nações mais antigas do Mundo, foi dos primeiros países a ficar com as suas fronteiras definidas (excepto alguns casos como o de Olivença) Portugal continental e ilhas.
Apesar de muito criticarmos o nosso país, governantes, desportistas, todos nós gostamos muito deste belo país à beira mar plantado, todos queremos que o nosso seja o melhor, e embora tenha menos territórios e população que muitos países queremos que Portugal domine e se imponha na Europa e no Mundo.
Além disso que país tem um clima melhor que o nosso? Um dos mais temperados, onde raramente atinge temperaturas muito frias ou muito quentes, e onde a chuva e o vento quando vêem, fazem-no normalmente de forma controlada.
Duvido que tenha existido ou venha a existir um país que com as nossas dimensões consiga o que nós conseguimos, um império além-mar, e ter uma das línguas mais faladas no mundo.
De grandes conquistas é feita a história de Portugal, e todos os dias mais uma se consegue, para juntar á História deste povo único e glorioso.
Esperemos que o futuro nos reserve um Portugal maior (nos vários sentidos) pois "Tudo vale a pena se a alma não é pequena", Fernando Pessoa.
E é assim que acabo a 100ª Publicação fazendo uma retrospectiva de Portugal, país onde nasci e que adoro.
Aliás todos devemos adorar, haverá orgulho maior do que aquele de nascer Português?